Responsável por regular a temperatura corporal, a transpiração costuma
aumentar nos dias mais quentes da primavera, sempre acompanhada de um odor nada
agradável, principalmente nas axilas. Uma maneira simples de combater o
problema é aplicar diariamente desodorantes antitranspirantes desenvolvidos com
componentes capazes de refrescar a área debaixo do braço sem provocar ardor ou
coceira.
Facilmente encontrado no mercado, esse tipo de cosmético age por meio de
dois mecanismos. O primeiro diminui a função da glândula sudorípara, fazendo
com que ela produza menos suor, enquanto o segundo reduz a composição hídrica,
ou seja, a quantidade de suor. Desvende, a seguir, mitos e verdades sobre os
efeitos do antitranspirante na pele.
É
normal o antitranspirante causar coceira ou irritação.
Mito. Provocados pela presença de álcool na
fórmula, os incômodos podem desencadear uma reação inflamatória ou alérgica,
especialmente quando a pele está mais sensível, em virtude de algum
procedimento estético. Há ainda quem tenha alergia a outros componentes na
fórmula, como o cloridróxido de alumínio. O produto até pode causar irritação
nos primeiros dias de uso, porém se o problema permanecer é aconselhável trocar
a marca ou procurar um especialista.
Antitranspirantes conseguem hidratar a axila.
Verdade. É possível encontrar facilmente produtos que ofereçam o recurso da
hidratação associado ao controle da transpiração. Para isso, a fórmula do
cosmético repõe a umidade natural da pele e inibe a função de produzir o suor.
Ao inibir a transpiração, o cosmético pode
causar problemas à saúde.
Mito. A diminuição é discreta e não causa distúrbios à pele das axilas, sendo
indicado o uso do antitranspirante até mesmo no tratamento da hiperidrose.
Antitranspirantes hipoalergênicos previnem
alergias.
Verdade. Composto por substâncias neutras e naturais, o cosmético indicado
principalmente para axilas sensíveis é desenvolvido para minimizar o risco de
alergia e ainda proporcionar à região uma sensação de frescor e maciez.
A axila pode ser exposta ao sol
após a aplicação do antitranspirante.
Mito. Além do álcool, o produto pode conter substâncias ácidas utilizadas para
diminuir a secreção que, em contato com o sol, podem causar reações
alérgicas ou inflamatórias, além de originar manchas.
Antitranspirante com prata combate o suor e a
irritação.
Verdade. Moléculas de prata são um potente ingrediente antibacteriano, capazes de
atuar contra bactérias e fungos. Os componentes interagem com os
micro-organismos, resultando em efeitos como a inibição de seu crescimento,
perda de possibilidade de contaminação e sobrevida da célula. Mas se você tem
alergia a prata, evite.
PURA VERDADE
Antitranspirantes
inibem a função das glândulas sudoríparas e diminuem a produção do suor,
auxiliando também na redução do odor contido na secreção. Com ativos
específicos contidos em diferentes fórmulas, eles não devem provocar alergias
na pele das axilas. Por isso, se a reação ocorrer é necessário trocar a marca
do produto ou procurar o auxílio de um especialista para tratar o problema.
Facilmente encontrados no mercado, os cosméticos com agentes hidratantes são
mais indicados no dia a dia.
Fonte: Terra Beleza