A lipoaspiração tradicional virou moda nos anos 90 aqui no Brasil. Com a técnica de anestesia criada pelo dermatologista americano Jefrey Klein em 1986, em que o anestésico era diluído em um grande volume de líquido, a perda de sangue passou a ser mínima, assim como lesões em vasos e nervos. Esta era chamada de hidro-lipo, lipo-light, HLP, HLPA, entre outros nomes derivados da mesma técnica.
Mas de uns anos para cá uma revolução ocorreu nas técnicas de lipoaspiração. A maior delas foi a técnica da lipoaspiração a laser. A Slimlipo (laser lipólise) utiliza um aparelho com haste fina semi-flexível, que é introduzida na gordura através de uma micro incisão no corpo do paciente, sem deixar cicatrizes. Através desta haste, o aparelho emite um feixe de luz que segue para a camada gordurosa, destruindo as células de gordura gradativamente.
A Slimlipo possui dois comprimentos de onda: de 924nm, que dissolve a gordura, e de 975nm, que produz o “skin tightening”, uma retração da pele que melhora a flacidez. O comprimento de onda a ser utilizado depende das necessidades de cada paciente. Após o derretimendo da gordura, é inserida uma cânula para a sucção, mas em alguns casos o próprio organismo do paciente absorve a gordura em um período de três meses. A técnica permite que não haja dor no pós-operatório e cicatrização mais rápida, e pode ser utilizada em áreas diversas do corpo, como pescoço, braços e coxas.









