Além dos riscos para a pele, como
manchas, envelhecimento e até mesmo o câncer, a exposição ao sol pode causar
espinhas. O problema, chamado “acne solar”, é uma doença típica do verão e
atinge principalmente rosto, pescoço, ombros, tórax e costas, em forma de
pequenas bolinhas avermelhadas e duras.
Na época mais quente do ano, pode
ocorrer a queimadura solar. Essa queimadura provoca um inchaço no orifício da
pele por onde é eliminada a secreção sebácea, provocando a retenção do sebo que
pode ser agravada pelo uso de hidratantes e fotoprotetores oleosos, levando a
uma inflamação do folículo e à acne.
A principal recomendação é o uso
do filtro solar adequado para cada tipo de pele. Ele também auxilia na
prevenção e no controle deste tipo de acne, uma vez que impede a queimadura e
não obstrui o folículo. A reaplicação do produto deve ser feita a cada duas
horas.
Além disso, expor a pele ao sol
de pouca intensidade, de forma gradativa, pode ajudar a melhorar a acne em
alguns casos. Isso ocorre porque, em situações de exposição ao sol moderado
acontece o inverso: ao invés de causar uma inflamação, há uma descamação ou esfoliação
da pele que desobstruem os orifícios foliculares e a radiação solar
inibe substâncias pró-inflamatórias, favorecendo uma melhora da acne.
O tratamento para o problema é
similar ao da acne comum: antibióticos em loção ou gel ou via oral, outros
agentes de uso local e esfoliantes para as inflamações. Não espremer
as espinhas também é essencial para que a pele se recupere sem cicatrizes.
Fonte: Bolsa de Mulher





